Mandigueiro do norte do país, caboclo nascido em Belém do Pará e batizado pelo mangue do rio Caeté. Artista visual e experimentalista da criação, do urucum ao giz de cera, criador de máscaras pagãs e poeta espacial. O lixo é tesouro pra minha arte. Em 2015 larguei a academia formal de Arquitetura e Urbanismo pra mochilar pelo país em busca de novos banquetes culturais, de uma arquitetura mais humanizada, vivências artísticas e trocando energia com gente de todos os carnavais. ARQUITETURA