"Eu sou a flor da estufa que salta a cerca pra luzir no mangue”. O avesso do avesso do avesso. Baiana, amineirada, paulistana. Do mundo. Transbordo de saudade. Fujo dos casulos de previsibilidades. E corro atrás de almas corporificadas. "Passo a me conhecer através das coisas que faço, porque na verdade eu não sei quem eu sou. Se eu já soubesse o que seriam essas coisas, não seria invenção". COMUNICAÇÃO